A manhã do passado domingo, dia 4, acordou
com a ameaça de chuva, mas rapidamente apareceu o sol esplêndido e
a convidar a umas pedaladas.
Pouco passava das nove quando, mesmo com cinco viciados e como
havia sido previamente combinado, lá fomos iniciar mais um passeio.
Desta vez seguimos a sugestão do amigo Gil constantemente a
descobrir caminhos e que por vezes “parece ter asas”,
com a finalidade de eleger um novo percurso e assim preterir o da
semana anterior, muito rápido.
Casas Novas abaixo, lá começámos nas nossas
“maluquices” a pedalar em direcção à ribeirinha e aí
iniciar o primeiro de vários singuel-treks e que antecede a
primeira e longa subida que nos conduz até ao alto das Naves. Seria
aí, aliás, que faríamos a primeira pausa e única paragem, devido ao
furo do amigo Pedro.
Avaria ultrapassada, nova pedalada e arrancámos em direcção aos
Mosqueiros, ansiosos para ver e conhecer o que nos esperava.
Primeira etapa (desconhecida para alguns), túnel dos mosqueiros e
seguidamente até ao limite com a herdade das Pereiras e a partir
daí até nos encontrarmos de novo com o caminho-de-ferro foi um
subir interessante e que exigia alguma perícia, numa constante
“provocação” aos sargaços. Seguidamente continuámos a
pisar água, lama e o inconveniente barro (em Abril daremos aos
utentes da CP, uma vista privilegiada, poderão assim presenciar o
espectáculo das duas rodas, inédito, uma vez que, nesta parte do
percurso, circulam em paralelo).
A seguir demos entrada no pequeno chaparral onde, até agora, apenas
contava com a companhia de coelhos e caçadores. Passámos depois
pelo “estreito da estação” até à velhinha e conhecida
azinhaga do “Figueiredo”. E daí até ao Largo da Fonte,
que noutros tempos se limitava a receber as festas de verão.
Agora meus amigos é apenas e só pedalar, pedalar.
Bugia, atleta do BTT-ASSUMAR
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